Lisbon Summit Press Releases – Angola

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Data: 5 de Fevereiro de 2014
Contacto: Alex Mugan, Diretor de Marketing – Global Career Company
Tel: +44 (0) 20 8834 0331
Email: alexander.mugan@globalcc.net
www.globalcareercompany.com/pt

Summary

Mais de dois terços dos angolanos na diáspora estão a considerar regressar ao seu país de origem em 2014. As contas são da consultora de recrutamento Global Career Company, que conclui que o crescimento no sector energético e a economia em expansão faz com que licenciados e profissionais angolanos em todo o mundo estejam hoje mais focados nas oportunidades em Angola.

É a pensar nestes números que a consultora promove por todo o mundo as iniciativas do recrutamento para carreiras em África, em todo mundo. Em Lisboa, o Fórum Careers in Africa decorre em maio e as inscrições já estão abertas.

O estudo da Global Career Company, que utilizou uma amostra de 9000 recém-licenciados e profissionais angolanos, em 2013, conclui que 67% dos angolanos querem voltar.

O Fórum Careers in Africa da Global Career Company irá ter lugar em Lisboa, de 9 a 11 de maio, e os candidatos podem contar com entrevistas com os responsáveis de empresas regionais e multinacionais, workshops, seminários e sessões de coaching. E, claro, ofertas de emprego, neste caso para Angola. No total, a Global Career Company garante que mais de 7000 profissionais já encontraram oportunidades em África através dos fóruns de recrutamento, para mais de 45 países.

Energia, tecnologias da informação e telecomunicações, finanças, indústria de produtos de grande consumo, e serviços são os principais sectores que estarão a recrutar. Os candidatos deverão ter autorização de trabalho para, pelo menos, um país africano, bem como domínio do português e uma ou mais línguas africanas ou europeias, uma licenciatura ou experiência profissional.

Candidaturas aqui: www.globalcareercompany.com/pt

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Mais de dois terços dos angolanos estarão de regresso a Angola em 2014. Esta realidade constata-se no aumento das candidaturas para o Fórum de Recrutamento Careers in Africa em Lisboa 2014.

Pesquisas feitas pela Global Career Company indicam que 67% dos angolanos na diáspora estão a considerar regressar ao seu país de origem em 2014. À medida que o crescimento no sector energético se torna mais significativo e a economia em expansão é cada vez mais diversificada, licenciados e profissionais angolanos em todo mundo estão focados nas oportunidades em Angola.

Em 2013 foi realizada em Londres pela consultora de recrutamento Global Career Company uma pesquisa onde se destaca que 67% dos angolanos na diáspora estão a regressar ao seu país de origem em 2014. Estes dados apenas confirmam as tendências reveladas pelos especialistas no mercado, que apontam Angola como uns país rico em recursos naturais e um país forte em oportunidades profissionais estáveis. A Senior Recruitment Consultant da Global Career Company para África Lusófona, Roberta Dutra, teve um papel preponderante neste estudo.

“Com este estudo queríamos perceber o quão rápido os angolanos na Diáspora estavam de regresso ao seu país de origem. De acordo com o que os nossos consultores especializados no mercado Lusófono têm presenciado relativamente à quantidade e qualidade dos candidatos era expectável um número significativo mas o resultado final foi ainda mais surpreendente.”

A Global Career Company utilizou uma amostra de 9000 recém-licenciados e profissionais angolanos provenientes da sua base de dados, uma vez que consideram o mapeamento da pool de talento um factor crítico na prestação de serviços a mais de 550 empresas regionais, locais e multinacionais presentes nos mercados emergentes. Os resultados deste estudo poderão traduzir-se tanto em oportunidades como obstáculos para os empregadores, mas certamente terão impacto significativo na visibilidade de iniciativas como Fórum Internacional de Recrutamento Careers in Africa Lisboa 2014.

Com uma base de dados de profissionais angolanos na diáspora distribuídos pelo mundo inteiro, a possibilidade dos empregadores atraírem talento de qualidade é extremamente elevada. A tendência para regressar ao país de origem destacada pelo estudo dará às empresas a confiança de que esta pool de talento está realmente comprometida a trabalhar em Angola, tornando flexíveis factores como os salários de expatriados e o estilo de vida. A oportunidade é agora.
O maior obstáculo que as empresas enfrentam é o risco de serem deixadas de fora. Devido ao rápido desenvolvimento dos mercados emergentes, os candidatos mais qualificados e mais talentosos irão integrar as empresas que tenham as suas estratégias de atracção delineadas o mais depressa possível. Se tivermos em conta a morosidade de todo o processo de recrutamento (atracção, entrevistas, negociação de oferta e o período de admissão) será fácil perceber que estes candidatos com vontade de regressar irão ser “caçados” rapidamente, deixando pouco espaço para empresas que ainda se encontram a discutir a sua estratégia. Roberta Dutra revela que este foi, no passado, um dos maiores obstáculos enfrentados pelos seus clientes.

“Frequentemente temos clientes entusiasmados com a sua participação no Fórum mas que por algum motivo não têm as suas necessidades totalmente definidas no início do projecto. Aquelas empresas que definem as suas necessidades logo de início conseguem uma atracção mais eficaz, mantendo-se assim um passo á frente da sua concorrência. As empresas que não o fazem acabam por perder a sua vantagem competitiva.”

A solução mais óbvia para os empregadores seria o desenvolvimento de actividades que possam aumentar o seu pipeline de candidatos para que quando tiverem a sua estratégia totalmente definida possam começar a contratar. Esta abordagem é reforçada pelo facto de que um grande número de Angolanos que pretende trabalhar na indústria de Oil & Gas continuam a estudar no estrangeiro. Países como o Brasil, a Rússia, o Reino Unido, os Estados Unidos, a França e obviamente Portugal continuam a ser destinos apetecíveis. Segundo a opinião de Roberta Dutra, as actividades de atracção nestes mercados traduzir-se-ão numa maneira de cativar os candidatos a regressarem mais rapidamente, mas também, numa forma de consciencializar o talento recém-licenciado.

“Os nossos clientes entendem a sua estratégia global de atracção de novos profissionais como uma peça-chave do seu plano de aquisição de talento. A manutenção da visibilidade da marca junto dos candidatos ao longo do ano é crucial para o aumento da recepção de candidaturas quando surge a necessidade de recrutar.”

Todos estes factores têm contribuído para um aumento sem precedentes do número de candidaturas ao Fórum Careers in Africa Lisboa 2014, bem como, para a replicação de eventos semelhantes aos da Global Career Company. Os candidatos e os empregadores poderão beneficiar de um grande número de opções em cidades como Lisboa, Paris e Londres, sendo que em qualquer uma destas cidades encontrarão os eventos da Global Career. Roberta Dutra enfatiza que os Fóruns Careers in Africa continuam a oferecer um valor diferenciador, tanto para clientes como para candidatos.

“A nossa pesquisa revelou que 45% dos nossos candidatos tem mais de 7 anos de experiência profissional, o que nos indica que estes profissionais procuram um evento de recrutamento que vá ao encontro do seu nível de senioridade, em detrimento das feiras de emprego que usualmente o mercado tem para oferecer. O nosso processo de pré-selecção dá sustentabilidade a um evento onde tanto os candidatos como empregadores estão empenhados em criarem um ambiente propício a entrevistas. É um evento de topo onde é possível que uma empresa líder contrate um candidato de alto calibre.”

O Fórum Careers in Africa da Global Career Company irá ter lugar em Lisboa no próximo mês de Maio. Os candidatos e as empresas interessadas deverão aceder ao website www.careersinafrica.com para mais detalhes.

Artigo baseado nos resultados do Questionário Careers in Africa aplicado a profissionais Angolanos na Diáspora em 2013.
329 Responderam ao questionário na sua totalidade

Factores-chave:

A Global Career Company foi criada em 2002
Candidatos esperados para o Fórum – 15,000
Contratações feitas através dos Fóruns – mais de 7000
Países Africanos para os quais já recrutaram – 45
Profissionais na rede de contactos da Global Career Company nos Mercados Emergentes – mais de 500,000
Sectores trabalhados – All, Energia, Finanças, FMCG, TI e Telecomunicações, e serviços profissionais

Date: 5th February 2014
Contact: Alex Mugan, Marketing Director – Global Career Company
Tel: +44 (0) 20 8834 0331
Email: alexander.mugan@globalcc.net
Pages: 3

Two Thirds of Diaspora Angolans Heading Home in 2014 – Applications Flood in for the Careers in Africa Recruitment Summit, Lisbon 2014
Research conducted by Global Career Company indicates that 67% of the Angolan Diaspora is considering a return to the country in 2014. As growth in the energy sector spearheads a booming and increasingly diversified economy, Angolan graduates and professionals based around the world are targeting the exciting opportunities Angola has to offer.

London, UK. Research conducted in December 2013 by international recruitment consultancy Global Career Company has revealed that a significant majority (67%) of the Angolan Diaspora is aiming to return to the country in 2014. This statistic bears out trends noted by market experts, with resource-rich Angola exerting a potent gravity founded on professional opportunities and increased stability. Global Career Company’s Senior Recruitment Consultant for Lusophone Africa, Roberta Dutra, played a lead role in the survey,

“We wanted to see just how quickly the Diaspora was heading back to Angola. We had expected a significant number, in line with what our consultants are seeing in the increasing strength of the local talent pool, but the final figure was a surprise.”

Global Career Company commissioned the research of its talent base of circa 9,000 Angolan graduates and professionals, as mapping trends within the international talent pool is critical to the service it delivers for more than 550 multinational, regional and local companies across emerging markets. The implications of the data include both opportunity and threat for these employers, and will have a significant impact on the popularity of initiatives such as Global Career Company’s Careers in Africa Lisbon Recruitment Summit.

With a qualified, experienced Diaspora distributed worldwide, the potential for companies to attract outstanding talent is high. Evidence of readiness to relocate will give these companies confidence that the candidate pool is seriously committed to work in Angola, and that expatriate salaries, lifestyle considerations and other factors can be managed successfully. That’s the opportunity.

The threat facing companies is the risk of being left behind. Given the sense of urgency among the Diaspora, the most talented will join the firms whose sourcing strategies are ready when they are. The job hunt, interview process, notice period and negotiations add up, and the twelve months these candidates are aiming to return within will quickly evaporate, leaving little time for firms whose talent needs are still waiting on strategic discussions. Dutra notes the issues faced by prospective clients in the past,

“We regularly have clients who are excited to be at Summits, but who cannot confirm their requirements when they really ought to be signing. For those who do make it on time, the sourcing phase is shortened, allowing first mover advantage to the competition. For those who don’t, they end up missing out altogether.”

The obvious solution for employers would be an increase in pipeline building activities aimed at making connections and progressing applications now that can be completed when the strategic picture is clearer. The value of such an approach is increased by the fact that Angolans continue to study abroad in numbers, particularly those seeking a route into the oil and gas industry. Brazil, Russia, the UK, US, France and, of course, Portugal, remain popular destinations, and so pipeline building activity in these markets can have the dual effect of preparing candidates to return quickly, and raising awareness among graduate populations, as Dutra highlights,

“Our clients view global sourcing strategies as a central part of their talent acquisition plans. Maintaining a brand through the year is a crucial part of being able to drive applications when the opportunities are available.”

This combination of factors is leading to unprecedented candidate applications for the Careers in Africa Recruitment Summit in Lisbon, an upturn mirrored in increased competition in the recruitment event space from traditional events providers. While candidates and companies are benefiting from a range of options in cities such as Lisbon, Paris and London, all of which will see Global Career Company events in 2014, Dutra is confident that the Careers in Africa Summit continues to offer a valuable differentiator,

“Our research revealed that 45% of our candidate base has over seven years of professional experience. That tells us those candidates need a recruitment event befitting their status as senior professionals, rather than the job fairs most providers offer. Our pre-screening process creates an event where both candidates and companies are committed to a proper interview environment. It’s the best meeting the best, with real careers on offer.”
Global Career Company’s Careers in Africa Recruitment Summit will take place in Lisbon in May 2014. Prospective candidates and companies interested in attending should visit www.careersinafrica.com for further details.

Ends

Careers in Africa survey of Angolan database worldwide in December 2013. 329 respondents completed the survey.

Key Facts

Company established – 2002
Projected applicants – 15,000
Previous Summit hires for Africa – 7000+
African countries recruited for – 45
Professionals in Global Career Company’s emerging markets networks – 500,000+
Sectors covered – All, with energy, finance, FMCG, IT/telecoms, professional services particularly prominent